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- World Alzheimer’s Day 2025
In Portugal, Alzheimer’s disease is increasingly prevalent among the general population, particularly those over the age of 65 and mostly women, who account for around 65% of cases. Alzheimer’s disease (AD) causes degeneration of the brain cells leading to dementia, which is characterized by a decline in thinking and independence in personal daily activities. Both the incidence and prevalence of dementia increase almost exponentially with age , doubling approximately every 5 years. AD is responsible for 50-70% of all cases of dementia. ¹ The prevalence of Alzheimer’s disease in Portugal increases significantly with age , particularly after 65 years old. Women are disproportionately affected, with approximately 65% of cases are women. Alzheimer’s disease and other dementias prevalence has increased considerably in the last years, influenced not only by the increase in life expectancy and ageing population, but also by risk factors , such as obesity , diabetes and cardiovascular diseases . Italy and Portugal are the two European Countries with the highest share of population that are aged 65 years and older (23.8% and 23.7%, respectively, vs 21.5% European average1), which explains the higher prevalence, in cases per 100k. It’s estimated that AD will be the leading cause of death in Portugal by 2040 (+48% deaths vs 2019). ¹ Source: 2DataHub On this World Alzheimer's Day, we reflect on a disease that challenges the memory, autonomy and the very identity of those who live with it. And because no one walks this path alone, we also remember the caregivers, who face everyday challenges and who, with daily gestures of love and resilience, support those who need it most 💜
- Dia Mundial do Cancro do Pulmão 2025
O cancro do pulmão é o mais mortífero do mundo, afetando mais de 2.2 milhões de pessoas todos os anos. Por trás destes números existem histórias reais de medo e incerteza, mas sobretudo de superação e de uma força enorme para continuar em frente. Neste Dia Mundial do Cancro do Pulmão, partilhamos alguns testemunhos de quem vive, ou já viveu, com esta doença. Histórias que revelam os cenários com que estes doentes se depararam e como os encararam, desde os primeiros sintomas até às suas lutas diárias com os tratamentos. O Impacto do Diagnóstico “Senti que perdi o chão mas ao mesmo tempo senti que a coragem, a fé e a força vieram também.” “A partir do momento que fui diagnosticada tive muito medo... não tinha medo de morrer, tinha medo de fazer sofrer os que me amavam.” “Passei a ver a vida com outros olhos. Percebi que as pequenas coisas na vida é que importam. Ficamos mais humildes, desvalorizamos o que não tem importância, damos mais valor ao presente, aproveitar o dia-a-dia.“ Os Primeiros Sinais “Comecei-me a sentir sem força, sem conseguir fazer as coisas.” “Quando fui para o hospital estava com todos os sinais de um enfarte.” “Antes de ser diagnosticada, achava que era tudo cansaço do dia-a-dia... desvalorizei os sintomas.” Viver com o Cancro do Pulmão “O cancro para mim foi como atravessar uma tempestade.” “Continuamos porque a força nunca pode faltar. O que realmente importa é viver e que tenhamos força para viver.” “Com coragem e determinação, e apesar das dúvidas que nos fazem recuar, não podemos desistir.” Sobre os Tratamentos “Comecei com 26 tratamentos seguidos... depois quimioterapia e todos os dias radioterapia. Às sextas-feiras entrava às 8h da manhã e saía às 21h da noite.” “Estava a arder, a queimar. Ficava com o esófago todo queimado… vomitava mais de 20 vezes por dia, contados pela enfermeira. Às vezes pedia o termo de responsabilidade para me ir embora com 4 garrafas de soro. Todo este tratamento era horrível.” Sobre o Sistema de Saúde e os Cuidados “Soube em Agosto e só comecei o tratamento no final de Novembro. Estive quatro meses à espera.” “Tivemos que esperar cerca de 40 dias para receber os resultados de um TAC simples.” “Nunca foi uma consulta esclarecedora. Só me disse ‘vai ter o cabelo todo’.” A Falta de Informação “É importante que tudo o que tem que ser dito seja dito com frontalidade. O doente tem o direito de saber tudo. “ “Eles não gostam muito de passar informação…” “Não me explicou nada... Qual o tipo de tratamento que ainda podia fazer, as hipóteses que tinha... o que me podia acontecer... nada.” Procurar Ajuda “É de extrema importância procurarmos ajuda psicológica quando precisamos. Foi muito importante para mim.” “Nem sempre temos família e amigos que nos possam acompanhar. Às vezes nem eles conseguem compreender as nossas angústias.” “Com um psicólogo podemo-nos abrir à vontade.” O Que Esperam dos Profissionais “Se eu fosse médica deixava o doente abrir-se... deixava-o falar e desabafar.” “É fundamental sentirmo-nos apoiados. Não precisamos que façam de nós coitadinhos, mas precisamos de ser compreendidos.” “Devem esclarecer todas as dúvidas e proporcionar acompanhamento psicológico caso o doente esteja frágil.” Expectativas do Papel das Associações “Queria que os que estão a lutar com a doença há mais tempo acolhessem os mais novos e partilhassem a sua experiência na primeira pessoa.” “Quero que ouçam o doente e compreendam o que ele sente. Queria que a associação fosse ter com os doentes, até visitando-os em casa.” “Apoiar os outros, dar-lhes força, partilhar ideias, experiências...” A Força Para Continuar “Muita força e ânimo são meia cura. Viver a vida todos os dias, não esquecendo os cuidados que devo ter. ” “Devemos gerir as expectativas e nutrir a esperança.” “A saúde é a maior riqueza que a gente tem.”

